A Confederação Brasileira de Triathlon (CBTRI) iniciou o processo de eleição dos novos membros da Comissão de Oficiais Técnicos da entidade, cujo pleito visa eleger cinco representantes que atuarão no fortalecimento e na gestão da arbitragem nacional até o encerramento do ciclo olímpico de 2028.
Quem pode votar?
Conforme estabelecido no regulamento, o direito ao voto é restrito aos Oficiais Técnicos devidamente habilitados e certificados pela CBTRI e/ou pela World Triathlon. A votação será realizada de forma direta e individual, assegurando a participação democrática da categoria.
Votação Online: 27 e 28 de Abril
A votação oficial ocorrerá integralmente online via formulário eletrônico. Fique atento! O link de acesso à votação será liberado oficialmente no dia 27/04 (segunda-feira), às 09h00.
Cronograma do Processo
- 23/04 e 24/04: Divulgação dos Perfis dos Candidatos e Período de Conhecimento;
- 27/04 (09h00) a 28/04 (18h00): Realização da Votação Oficial;
- 29/04 e 30/04: Apuração dos votos e aplicação da Regra de Equidade de Gênero;
- 04/05: Publicação do Resultado Final e Homologação dos Eleitos.
A CBTri reforça o compromisso com a transparência e a equidade, assegurando que a composição final da comissão seja mista, respeitando o critério de no mínimo dois membros do gênero subrepresentado entre os eleitos.
Para mais informações, consulte o regulamento completo disponível aqui.
Conheça os Candidatos
A partir de 23 de abril, todos os oficiais podem consultar os perfis e as propostas dos 14 candidatos que tiveram suas inscrições homologadas pela Diretoria Técnica. É fundamental que cada eleitor analise as trajetórias dos postulantes para garantir uma escolha consciente e representativa.
Segue a lista em ordem alfabética:
1. Alan Flor da Silva Lima
Nível de Certificação: L1
Carioca de nascimento e residente em Brasília (DF), vive o esporte 24 horas por dia, atuando como árbitro e triatleta, e tem plena convicção de que o esporte pode transformar vidas.
2. Alexandre Sobania
Nível de Certificação: L1
Oficial Técnico Internacional da World Triathlon, atua como dirigente e oficial técnico na Federação Paranaense de Triathlon (FPTRI) desde 2008, onde ocupa atualmente o cargo de Presidente; foi Diretor Técnico da entidade de 2005 a 2024 e, há 11 anos, é Delegado Técnico da prova SESC Triathlon Caiobá (PR); atua em provas nacionais e internacionais, incluindo etapas da Copa do Mundo.
3. Beatriz Iaranjo Jaques
Nível de Certificação: L1
Ex-triatleta que atua há três anos na arbitragem, incluindo competições de níveis nacional, continental e mundial. A vivência no esporte proporciona uma visão prática e equilibrada sobre as dinâmicas de prova e a importância de uma arbitragem justa e consistente.
4. Bruno Marques Barbosa da Silva
Nível de Certificação: L1
Tem o objetivo de se aprofundar cada vez mais no triathlon e acredita que pode contribuir de forma ativa, ajudando no desenvolvimento da modalidade e na representatividade dos oficiais técnicos. Deseja que outras pessoas também tenham acesso a esta função de oficial, sempre buscando condições adequadas que valorizem estes profissionais.
5. Débora Garcia Arantes
Nível de Certificação: L2
A candidata não fez sua apresentação, por opção própria.
6. Jorge Goebel
Nível de Certificação: L1
Árbitro com experiência em Jogos Olímpicos, Jogos Pan-americanos, Campeonatos Mundiais, Jogos da Juventude, Jogos Universitários, além de Campeonatos Brasileiros de Triathlon e Duathlon.
7. Lara Zrncevich Perissinotto
Nível de Certificação: L2
Trabalha com esporte há 20 anos e tem amor incondicional pelo triathlon, buscando o desenvolvimento da modalidade no país. É uma das primeiras mulheres com nível 2 de certificação no Brasil e acredita no trabalho em equipe para que se alcance o crescimento desejado.
8. Laura Luiza Sampaio Castro de Oliveira Nascimento
Nível de Certificação: L2
Estou preparada para contribuir com esta Comissão, ajudando a garantir a integridade e a excelência dos eventos.
9. Lelio Ferreira dos Santos
Nível de Certificação: L1
Quer fazer parte da Comissão para ajudar a construir uma gestão coletiva, transparente e participativa. Tem disponibilidade, vontade de ouvir e experiência em organização e prospecção no triathlon, além de compromisso com decisões ágeis e democráticas, que representem todos.
10. Marcelo Vaz de Moura Oliveira
Nível de Certificação: L2
Quer contribuir para o crescimento e valorização da arbitragem no triathlon.
11. Miguel Nelson Lasalvia Júnior
Nível de Certificação: L1
Atua no triathlon desde 1983, como atleta, árbitro e organizador de provas. Foi um dos fundadores da Comissão de Segurança no Ciclismo do Rio de Janeiro, tendo atuado como Presidente por seis anos, e criador das cinco Áreas de Proteção ao Ciclismo de Competição (APCC) e da Área de Proteção ao Treino de Triathlon (APTT), esta última no Parque Olímpico de Deodoro. Foi presidente do STJD da CBTri por dois mandatos e segue competindo como triatleta amador.
12. Ricardo Correa Neves
Nível de Certificação: L3
É oficial técnico internacional desde 2010 e atualmente nível 3 de certificação, além de membro do Comitê Técnico da Americas Triathlon.
13. Roberto Koury Menescal
Nível de Certificação: L3
Triatleta desde 1986 e oficial técnico desde 1988, com vasta experiência em arbitragem e organização de eventos de triathlon no mundo inteiro. Foi oficial técnico nos Jogos Olímpicos Londres 2012 e Rio 2016 e também nos Jogos Pan-americanos Rio 2007, Guadalajara 2011 e Toronto 2015. Acumula experiência ainda em Campeonatos Mundiais e Jogos Sul-americanos na mesma função. Além disso, é facilitador certificado pela World Triathlon para curso de Oficiais Técnicos e Organização de Eventos (inglês e português, níveis 1 e 2) e Mestre em Movimento Olímpico pela Universidade de Esportes da Europa, em Colônia (Alemanha).
14. William Thiago Nascimento
Nível de Certificação: L1
Mais de 20 anos de experiência como oficial técnico no Brasil, tendo atuado ativamente em São Paulo como Delegado Técnico. Possui vivência internacional em etapas de Copa do Mundo, o que ampliou sua visão sobre organização, padronização e desenvolvimento da arbitragem. Pretende tornar cada vez mais claro e democrático o processo de atuação dos Oficiais Técnicos no Brasil, buscando transparência, valorização e oportunidade para todos.


